Quem criou o biquíni de lacinho e por que ele nunca sai de moda
16 de July de 2026
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16 de July de 2026
Não existe um único criador do biquíni de lacinho. A amarração lateral surgiu de forma orgânica na evolução do beachwear, como resposta a uma necessidade real: permitir que a mesma peça servisse em diferentes tamanhos e proporções.
O laço nas laterais da calcinha e as amarrações no pescoço e nas costas do top resolviam o problema do ajuste sem comprometer a construção da peça.
O que começou como funcionalidade virou linguagem. O laço passou a ser o elemento visual que define o biquíni, que aparece nas fotografias, que identifica a peça à distância e que carrega, até hoje, uma certa ideia de verão, de leveza e de descompromisso.
O biquíni de lacinho chegou ao seu auge exatamente no período em que o Bikini Day passou a ser celebrado com mais intensidade: os anos em que a moda praia brasileira ganhou visibilidade internacional e o Brasil se consolidou como referência em beachwear.
Assim, se consolidou como o modelo mais icônico das praias brasileiras. O Brasil, com sua cultura de praia e sua indústria de moda beachwear, foi um dos principais responsáveis por popularizar e reinventar a peça. O lacinho virou sinônimo de biquíni brasileiro: pequeno, ajustável, sensual sem ser explícito.
Décadas depois, ele segue presente nas coleções de marcas do mundo todo, revisitado em novas paletas, novos tecidos e novos detalhes, mas sempre com a mesma amarração que o define.
A amarração lateral é, antes de tudo, democrática. Ela permite ajuste preciso ao corpo sem depender de numeração fechada. Uma calcinha com laço lateral se adapta ao quadril com naturalidade, sem marcar, sem apertar, sem criar volume onde não deve. O mesmo vale para o top cortininha: as amarrações no pescoço e nas costas permitem regular a sustentação e o encaixe de acordo com cada corpo.
Essa adaptabilidade explica, em parte, por que o biquíni de lacinho atravessa gerações sem perder relevância. Ele serve porque se ajusta, não porque impõe uma forma.
Mas a longevidade do lacinho não é só funcional. Há uma estética no laço que nenhum outro fecho consegue replicar. As pontas que caem sobre o quadril, a assimetria sutil criada por amarrações diferentes dos dois lados, o gesto de amarrar e desamarrar que faz parte do ritual da praia: tudo isso carrega uma leveza que peças com fecho ou elástico não têm.
O top triângulo cortininha é uma variação do top triângulo clássico que adiciona uma camada extra de tecido na frente, criando o efeito de uma cortininha que cobre o busto com leveza. Ele mantém as amarrações no pescoço e nas costas do triângulo tradicional, mas acrescenta volume e movimento à peça.
O resultado é um top que oferece mais cobertura do que o triângulo convencional sem perder a fluidez. A cortininha cai sobre o busto com naturalidade e se move com o corpo, criando uma silhueta diferente a cada ângulo.
O triângulo tradicional se apoia diretamente sobre o busto, com o tecido tensionado pelas amarrações. O cortininha, por sua vez, tem uma camada solta que cria volume e textura entre o corpo e o tecido. Essa diferença muda completamente a leitura da peça: o cortininha é mais romântico, mais fluido e, para muitas mulheres, mais confortável, porque não comprime.
Em versões com renda guipir, bordado ou estampas autorais, o cortininha se transforma em peça com personalidade própria, que vai além do beachwear funcional.
A liberdade do biquíni de lacinho está também na possibilidade de misturar tops e calcinhas de famílias diferentes. Um Top Triângulo Cortininha em estampa floral com uma Calcinha com Laços em cor sólida cria uma composição mais editorial do que o conjunto completo. O inverso também funciona: um top liso com uma calcinha estampada faz o laço virar o elemento de destaque.
A dica é manter pelo menos um elemento em comum, seja a cor, seja o tipo de acabamento, para que o mix pareça intencional.
O biquíni de lacinho tem uma vantagem sobre outros modelos: ele é fácil de amarrar e desamarrar, o que facilita a transição entre momentos do dia. No mar, as amarrações seguram a peça com firmeza. Na saída de praia, o laço aparece pelos recortes do kaftan ou da saia pareô como um detalhe que compõe o look. No pós-sol, ele segue visível sob uma camisa aberta ou um kimono curto.
É a peça que não exige esconder.
A La Gea tem uma das coleções mais completas de tops triângulo cortininha do beachwear brasileiro.
São mais de vinte versões, cada uma com identidade própria:
Há opções em liso, listrado e estampado, em tons que vão do off-white ao verde, do azul-marinho ao terracota.
As calcinhas com laço seguem a mesma lógica de variedade e autoria:
São algumas das opções que compõem a categoria, cada uma com sua paleta e seu acabamento. Há também versões em listras, como a Calcinha com Laços Listras Musa, e em renda, como a Calcinha com Laços Orme.
Todas compartilham a mesma construção: laço lateral que ajusta ao quadril com precisão, base em lycra de alta elasticidade e acabamento que não abre mão do detalhe.
Explore a coleção completa de biquínis La Gea e encontre o top e a calcinha que combinam com o seu verão.
No Bikini Day, a La Gea celebra essa história da única forma que conhece: com peças feitas à mão, com rendas e bordados que ressignificam o clássico com cuidado e alma. Porque há peças que não acompanham apenas o verão. Elas ajudam a contá-lo.
O biquíni de lacinho não tem um criador único. A amarração lateral surgiu como solução de ajuste na evolução do beachwear e foi sendo incorporada por marcas e estilistas ao longo das décadas de 1970 e 1980. O Brasil teve papel central na popularização e na reinvenção do modelo.
Sim. A amarração lateral é um dos recursos mais versáteis do beachwear porque permite ajuste preciso ao quadril sem depender de numeração fechada. O top também se adapta por meio das amarrações no pescoço e nas costas, o que torna a peça mais flexível do que modelos com fecho fixo.
O top triângulo apoia o tecido diretamente sobre o busto, tensionado pelas amarrações. O top triângulo cortininha tem uma camada extra de tecido solta na frente, criando um efeito de cortininha que cobre com leveza e cria movimento. O cortininha oferece mais cobertura e uma silhueta mais fluida.
Dê pelo menos dois nós sobrepostos nas amarrações laterais e no pescoço. Evite amarrar muito frouxo, especialmente nas atividades na água. Para o top, verifique as amarrações das costas antes de entrar no mar: são elas que sustentam a peça sob pressão da água.
Escolha pelo tamanho do quadril, não da cintura. A amarração lateral permite ajuste fino, mas a base da calcinha precisa ter a circunferência certa para sentar bem sem apertar. Em caso de dúvida entre dois tamanhos, prefira o maior: o laço ajusta, mas o tecido não estica além da medida.
Há algo que o biquíni de lacinho carrega que nenhuma outra peça de beachwear consegue replicar completamente: a sensação de que foi feito para aquele momento, para aquele corpo, para aquele dia de sol.
Na La Gea, cada top e cada calcinha com laço foi pensado com esse propósito. Para que o verão comece no gesto de amarrar e dure até a última luz do dia.